Auxiliando a Igreja de Cristo no Evangelismo de Rua. Esta é Nossa Missão... (Mc. 16.15-18).
sábado, 8 de novembro de 2008
O HOMEM TORNA-SE TUDO OU NADA, CONFORME A EDUCAÇÃO QUE RECEBE
'O HOMEM TORNA-SE TUDO OU NADA, CONFORME A EDUCAÇÃO QUE RECEBE'
'Fingi ser gari por 8 anos e vivi como um ser invisível'
Psicólogo varreu as ruas da USP para concluir sua tese de mestrado da 'invisibilidade pública'.
Ele comprovou que, em geral, as pessoas enxergam apenas a função social do outro. Quem não está
bem posicionado sob esse critério, vira mera sombra social.
Plínio Delphino, Diário de São Paulo.
O psicólogo social Fernando Braga da Costa vestiu uniforme e trabalhou oito anos como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo. Ali, constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são 'seres
invisíveis, sem nome'. Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu comprovar a existência da 'invisibilidade
pública', ou seja, uma percepção humana totalmente prejudicada e condicionada à divisão social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa.
Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de R$ 400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição de sua vida:
'Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode significar um sopro de vida, um sinal da própria
existência', explica o pesquisador.
O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não como um ser humano. 'Professores que me abraçavam nos corredores da USP passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. Às vezes,
esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão', diz.
Apesar do castigo do sol forte, do trabalho pesado e das humilhações diárias, segundo o psicólogo, são acolhedores com quem os enxerga. E encontram no silêncio a defesa contra quem os ignora.
Diário - Como é que você teve essa idéia?
Fernando Braga da Costa - Meu orientador desde a graduação, o professor José Moura Gonçalves Filho, sugeriu aos alunos, como uma das provas de avaliação, que a gente se engajasse numa tarefa proletária. Uma forma de
atividade profissional que não exigisse qualificação técnica nem acadêmica. Então, basicamente, profissões das classes pobres.
Com que objetivo?
A função do meu mestrado era compreender e analisar a conndição de trabalho deles (os garis), e a maneira como eles estão inseridos na cena pública. Ou seja, estudar a condição moral e psicológica a qual eles estão sujeitos dentro da sociedade. Outro nível de investigação, que vai ser priorizado agora no doutorado, é analisar e verificar as barreiras e as aberturas que se operam no encontro do psicólogo social com os garis.
Que barreiras são essas, que aberturas são essas, e como se dá a aproximação?
Quando você começou a trabalhar, os garis notaram que se tratava de um estudante fazendo pesquisa?
Eu vesti um uniforme que era todo vermelho, boné, camisa e tal.
Chegando lá eu tinha a expectativa de me apresentar como novo funcionário, recém-contratado pela USP pra varrer rua com eles. Mas os garis sacaram logo, entretanto nada me disseram. Existe uma coisa típica dos garis: são pessoas vindas do Nordeste, negros ou mulatos em geral. Eu sou branquelo, mas isso talvez não seja o diferencial
porque muitos garis ali são brancos também. Você tem uma série de fatores que são ainda mais determinantes, como a maneira de falarmos, o modo de a gente olhar ou de posicionar o nosso corpo, a maneira como gesticulamos.. Os garis conseguem definir essa diferenças com algumas frases que são simplesmente formidáveis.
Dê um exemplo.
Nós estávamos varrendo e, em determinado momento, comecei a papear com um dos garis.
De repente, ele viu um sujeito de 35 ou 40 anos de idade, subindo a rua a pé, muito bem arrumado com uma pastinha decouro na mão.
O sujeito passou pela gente e não nos cumprimentou, o queé comum nessas situações. O gari, sem se referir claramente ao homem que acabara de passar, virou-se pra mim e começou a falar: 'É Fernando, quando o
sujeito vem andando você logo sabe se o cabra é do dinheiro ou não.
Porque peão anda macio, quase não faz barulho. Já o pessoal da outra classe você só ouve o toc-toc dos passos. E quando a gente está esperando o trem logo percebe também: o peão fica todo encolhidinho olhando pra baixo. Eles não. Ficam com olhar só por cima de toda a peãozada, segurando a pastinha na mão'.
Quanto tempo depois eles falaram sobre essa percepção de que você era diferente?
Isso não precisou nem ser comentado, porque os fatos no primeiro dia de trabalho já deixaram muito claro que eles sabiam que eu não era um gari.
Fui tratado de uma forma completamente diferente. Os garis são carregados na caçamba da caminhonete junto com as ferramentas. É como se eles fossem ferramentas também. Eles não deixaram eu viajar na caçamba, quiseram que eu fosse na cabine. Tive de insistir muito para poder viajar com eles na caçamba. Chegando no lugar de trabalho,
continuaram me tratando diferente.
As vassouras eram todas muito velhas. A única vassoura nova já estava reservada para mim. Não me deixaram usar a pá e a enxada, porque era um serviço mais pesado. Eles fizeram questão de que eu trabalhasse só com a vassoura e, mesmo assim, num lugar mais limpinho, e isso tudo foi dando a dimensão de que os garis sabiam que eu não tinha a
> > mesma origem socioeconômica deles.
> > Quer dizer que eles se diminuíram com a sua presença?
> > Não foi uma questão de se menosprezar, mas sim de me proteger.
> > Eles testaram você?
> > No primeiro dia de trabalho paramos pro café.. Eles colocaram uma garrafa térmica sobre uma plataforma de concreto. Só que não tinha caneca. Havia um clima estranho no ar, eu era um sujeito vindo de outra classe, varrendo rua com eles. Os garis mal conversavam comigo, alguns se aproximavam para ensinar o serviço. Um deles foi até o latão de lixo pegou duas latinhas de refrigerante cortou as latinhas pela metade e serviu o café ali, na latinha suja e grudenta. E como a gente estava num grupo grande, esperei que eles se servissem primeiro. Eu nunca apreciei
> > o sabor do café. Mas, intuitivamente, senti que deveria tomá-lo, e claro, não livre de sensações ruins. Afinal, cara tirou as latinhas de refrigerante de dentro de uma lixeira, que tem sujeira, tem formiga, tem barata, tem de tudo. No momento em que empunhei a caneca improvisada, parece que todo mundo parou para assistir à cena, como se
> > perguntasse:
> > 'E aí, o jovem rico vai se sujeitar a beber nessa caneca?' E eu bebi.
> > Imediatamente a ansiedade parece que evaporou. Eles passaram a conversar comigo, a contar piada, brincar.
> > O que você sentiu na pele, trabalhando como gari?
> > Uma vez, um dos garis me convidou pra almoçar no bandejão central. Aí eu entrei no Instituto de Psicologia para pegar dinheiro, passei pelo andar térreo, subi escada, passei pelo segundo andar, passei na biblioteca, desci a escada, passei em frente ao centro acadêmico, passei em frente a lanchonete, tinha muita gente conhecida. Eu fiz
> > todo esse trajeto e ninguém em absoluto me viu. Eu tive uma sensação muito ruim. O meu corpo tremia como se eu não o dominasse, uma angustia, e a tampa da cabeça era como se ardesse, como se eu tivesse sido sugado. Fui almoçar, não senti o gosto da comida e voltei para o trabalho atordoado.
> > E depois de oito anos trabalhando como gari? Isso mudou?
> > Fui me habituando a isso, assim como eles vão se habituando também a situações pouco saudáveis. Então, quando eu via um professor se aproximando - professor meu - até parava de varrer, porque ele ia passar por mim, podia trocar uma idéia, mas o pessoal passava como se tivesse passando por um poste, uma árvore, um orelhão.
E quando você volta para casa, para seu mundo real?
Eu choro. É muito triste, porque, a partir do instante em que você está inserido nessa condição psicossocial, não se esquece jamais. Acredito que essa experiência me deixou curado da minha doença burguesa. Esses
homens hoje são meus amigos. Conheço a família deles, freqüento a casa deles nas periferias. Mudei. Nunca deixo de cumprimentar um trabalhador.
Faço questão de o trabalhador saber que eu sei que ele existe. Eles são tratados pior do que um animal doméstico, que sempre é chamado pelo nome. São tratados como se fossem uma 'COISA'.
> > *Ser IGNORADO é uma das piores sensações que existem na vida!
> >
> > Respeito: passe adiante!
terça-feira, 4 de novembro de 2008
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
ÍNDIA URGENTE
Estamos repassando para vocês o último relatório do missionário apoiado pela MCM na cidade de Varanasi.
Sabemos que muitas notícias pelos jornais e noticiários que nos chegam são manipuladas e o governo indiano tem tido muitos esforços para esconder estas notícias, mas os dados que repassamos aos irmãos são os verdadeiros.
O pastor nos escreveu dizendo: "Há 3 dias atrás, vi uma cena que me deixou muito triste e que gostaria de compartilhar com vocês (infelizmente, não consegui fotos): Os radicais hindus, depois de espancar nossos irmãos, destruir suas casas e tudo o que eles têm e, em alguns casos, chegar a matá-los, estão forçando as famílias cristãs a se reconverterem ao hinduismo. O que vi foi uma família extremamente pobre, agachada perto de onde estavam queimando seus pertences sendo forçada a tocar num côco (essa fruta simboliza a fertilidade no hinduismo e quando tocada, também simboliza a renúncia de sua atual religião e o ingresso ao hinduismo ou o reingresso a ele). Senti muita revolta contra aqueles que os forçavam a negar sua fé; um velhinho quando viu que não lhe restava mais nada, agachado como estava, fitou os olhos naquele homem forte e alto e ainda armado diante dele e, bateu no côco com uma expressão de revolta.
Por favor, não cesse suas orações e não aceitem as notícias que a imprensa mundial está passando, pois está havendo há muito tempo, uma forte manipulação das notícias pelo governo indiano.
Os dados a seguir, foram levantados pela Associação de Igrejas Evangélicas da Índia:
Os hindus radicais…
Já mataram mais de 100 irmãos com armas de fogo ou queimados
Já atacaram mais de 1100 vilas (pequenos povoados onde vivem as pessoas mais pobres)
Já atacaram mais de 360 famílias de pastores
Já atacaram mais de 18.000 famílias cristãs
Já destruiram, queimaram ou demoliram mais de 1.100 Igrejas ou Casas de Oração
Já feriram mais de 36.000 irmãos
Mais de 78.000 pessoas fugiram e estão escondidas devido a essa situação
Estes são os dados que os líderes das Igrejas indianas conseguiram levantar até o momento...
Ore pela Igreja na India e lembrem-se dos nossos irmãos que estão sofrendo perseguição aqui e em outros países.
MCM INDIA
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
A ÚNICA ESPERANÇA
Reflexões
Ao viajar pelo Oriente, mantive contatos com monges do Tibete, da Mongólia, do Japão e da China. Eram homens serenos, comedidos, recolhidos em paz em seus mantos cor de açafrão.
Outro dia, eu observava o movimento do aeroporto de São Paulo: a sala de espera cheia de executivos com telefones celulares, preocupados, ansiosos, geralmente comendo mais do que deviam.
Com certeza, já haviam tomado café da manhã em casa, mas como a companhia aérea oferecia um outro café, todos comiam vorazmente. Aquilo me fez refletir: 'Qual dos dois modelos produz felicidade?'
Encontrei Daniela, 10 anos, no elevador, às nove da manhã, e perguntei:
'Não foi à aula?' Ela respondeu: 'Não, tenho aula à tarde'. Comemorei: 'Que' bom, então de manhã você pode brincar, dormir até mais tarde'. 'Não', retrucou ela, 'tenho tanta coisa de manhã...' 'Que tanta coisa?', perguntei. 'Aulas de inglês, de balé, de pintura, piscina', e começou a elencar seu programa de garota robotizada. Fiquei pensando: 'Que pena, a Daniela não disse: 'Tenho aula de meditação!'
Estamos construindo super-homens e supermulheres, totalmente equipados, mas emocionalmente infantilizados. Por isso as empresas consideram agora que, mais importante que o QI, é a IE, a Inteligência Emocional. Não adianta ser um superexecutivo se não se consegue se relacionar com as pessoas. Ora, como seria importante os currículos escolares incluírem aulas de meditação!
Uma progressista cidade do interior de São Paulo tinha, em 1960, seis livrarias e uma academia de ginástica; hoje, tem sessenta academias de ginástica e três livrarias! Não tenho nada contra malhar o corpo, mas me preocupo com a desproporção em relação à malhação do espírito. Acho ótimo, vamos todos morrer esbeltos: 'Como estava o defunto?'. 'Olha, uma maravilha, não tinha uma celulite!' Mas como fica a questão da subjetividade? Da espiritualidade? Da ociosidade amorosa?
Outrora, falava-se em realidade: análise da realidade, inserir-se na realidade, conhecer a realidade. Hoje, a palavra é virtualidade. Tudo é virtual. Pode-se fazer sexo virtual pela internet: não se pega aids, não há envolvimento emocional, controla-se no mouse. Trancado em seu quarto, em Brasília, um homem pode ter uma amiga íntima em Tóquio, sem nenhuma preocupação de conhecer o seu vizinho de prédio ou de quadra! Tudo é virtual, entramos na virtualidade de todos os valores, não há compromisso com o real! É muito grave esse processo de abstração da linguagem, de sentimentos: somos místicos virtuais, religiosos virtuais, cidadãos virtuais. Enquanto isso, a realidade vai por outro lado, pois somos também eticamente virtuais...
A cultura começa onde a natureza termina. Cultura é o refinamento do espírito. Televisão, no Brasil - com raras e honrosas exceções -, é um problema: a cada semana que passa, temos a sensação de que ficamos um pouco menos cultos. A palavra hoje é 'entretenimento'; domingo, então, é o dia nacional da imbecilização coletiva. Imbecil o apresentador, imbecil quem vai lá e se apresenta no palco, imbecil quem perde a tarde diante da tela.
Como a publicidade não consegue vender felicidade, passa a ilusão de que felicidade é o resultado da soma de prazeres: 'Se tomar este refrigerante, vestir este tênis, usar esta camisa, comprar este carro, você chega lá!' O problema é que, em geral, não se chega! Quem cede desenvolve de tal maneira o desejo, que acaba precisando de um analista. Ou de remédios. Quem resiste, aumenta a neurose.
Os psicanalistas tentam descobrir o que fazer com o desejo dos seus pacientes. Colocá-los onde? Eu, que não sou da área, posso me dar o direito de apresentar uma sugestão. Acho que só há uma saída: virar o desejo para dentro. Porque, para fora, ele não tem aonde ir! O grande desafio é virar o desejo para dentro, gostar de si mesmo, começar a ver o quanto é bom ser livre de todo esse condicionamento globalizante, neoliberal, consumista.
Assim, pode-se viver melhor. Aliás, para uma boa saúde mental três requisitos são indispensáveis: amizades, auto-estima, ausência de estresse.
Há uma lógica religiosa no consumismo pós-moderno. Se alguém vai à Europa e visita uma pequena cidade onde há uma catedral, deve procurar saber a história daquela cidade - a catedral é o sinal de que ela tem história. Na Idade Média, as cidades adquiriam status construindo uma catedral; hoje, no Brasil, constrói-se um shopping center. É curioso: a maioria dos shopping centers tem linhas arquitetônicas de catedrais estilizadas; neles não se pode ir de qualquer maneira, é preciso vestir roupa de missa de domingos. E ali dentro sente-se uma sensação paradisíaca: não há mendigos, crianças de rua, sujeira pelas calçadas...
Entra-se naqueles claustros ao som do gregoriano pós-moderno, aquela musiquinha de esperar dentista. Observam-se os vários nichos, todas aquelas capelas com os veneráveis objetos de consumo, acolitados por belas sacerdotisas. Quem pode comprar à vista, sente-se no reino dos céus. Se deve passar cheque pré-datado, pagar a crédito, entrar no cheque especial, sente-se no purgatório. Mas se não pode comprar, certamente vai se sentir no inferno... Felizmente, terminam todos na eucaristia pós-moderna, irmanados na mesma mesa, com o mesmo suco e o mesmo hambúrguer do McDonald's...
Costumo advertir os balconistas que me cercam à porta das lojas: 'Estou apenas fazendo um passeio socrático.' Diante de seus olhares espantados, explico: 'Sócrates, filósofo grego, também gostava de descansar a cabeça percorrendo o centro comercial de Atenas. Quando vendedores como vocês o assediavam, ele respondia: 'Estou apenas observando quanta coisa existe de que não preciso para ser feliz.'
Frei dominicano. Escritor.
domingo, 26 de outubro de 2008
PRECISAMOS ORAR
Creio que a maioria dos irmãos saibam da perseguição que está acontecendo na Índia aos nossos irmãos por parte dos hindus radicais. O Nepal é um país que tem muitos indianos e hindus.
O pastor Giri mora perto da fronteira da Índia em um lugar chamado Bisvojojoti jaragota- Morang, ele vem sendo sondado no últimos meses por um grupo hindu radical, chamado exército de defesa. Na última vez que ele veio receber a oferta que a MCM passa para ele, foi seguido e interrogado sobre quem eram essas pessoas que davam dinheiro a ele, e outras perguntas também.
Agora esses dias atrás, ele e outros pastores foram intimados através de uma carta e receberam ligações sendo pressionados a darem uma quantia de dinheiro que equivale aproximadamente a R$14.285,00. O grupo radical disse que se não derem eles queimarão as igrejas, matarão as pessoas, eles também foram proibidos de fazer grandes eventos de oração, evangelismo, etc.
Lá nessa região tem 27 igrejas, 15 já deram um pouco de dinheiro a esse grupo, eles deram dois meses de prazo para os pastores passarem toda essa quantia. Nessa conversa o pr kaji (um pastor muito próximo a nós) estava junto, ele confirmou que um grupo hindu radical, tem se reunido na fronteira do Nepal com a Índia, fazendo um plano de retomada do Nepal, em relação ao Hinduísmo, pois o Nepal era um reino Hindu, e hoje é um país secular, no primeiro momento eles estão exigindo dinheiro para fortalecer esse grupo, e o alvo deles são os cristãos, principalmente no interior, aonde eles são mais fortes.
Sabemos que a nossa guerra não é contra essas pessoas, e sim contra o diabo e os demônios, que cada vez mais estão perdendo território nessa região. Então quero convocar os irmãos para resistir essas ameaças em nome de Jesus, através da intercessão, e destruir todas essas obras do diabo.
Escrevendo esse e-mail, me lembrei do que está escrito em Atos 12, quando Tiago irmão de João foi morto por Herodes, e Pedro também foi preso por esse mesmo Herodes, mas a igreja se levantou em intercessão em favor de Pedro, e o que aconteceu com Pedro foi muito diferente do acontecimento de Tiago, vamos tomar esse exemplo, e determinar a transformação dessa situação, em nome de Jesus.
Profetize junto conosco o povo do Nepal será impactado pela glória de Deus.
Vinicius, Patrícia, Davi e vocês juntos conquistando uma herança para o Senhor Jesus nas nações do Oriente.
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
DIVULGUE
Direitos do Consumidor
Serviço 102
Quando você precisar do serviço 102, que custa R$ 2,05.Lembre-se que agora existe o concorrente que cobra apenas R$ 0,29 por informação : fone 0300-789-5900.Você sabia disso?
*Correios*
Se você tem por hábito utilizar os Correios, para enviar correspondência, observe que se enviar algo de pessoa física para pessoa física, num envelope leve, ou seja, que contenha duas folhas mais ou menos, para qualquer lugar/Estado, e bem abaixo do local ondecoloca o CEP escrever a frase 'Carta Social', você pagará somente R$0,01 por ela. Isso está nas Normas afixadas nas agências dos correios, mas é claro que não está escrito em letras graúdas e nem facilmente visível. O preço que se paga pela mesma carta, caso não se escreva 'Carta Social', conforme explicado acima custará em torno de R$0,27 (a grama). Agora imaginem no Brasil inteiro, quantas pessoas desconhecem este fato e pagam valores indevidos por uma carta pessoal diariamente?
*Telefone Fixo para Celular* - A MELHOR DE TODAS!!!
Se você ligar de um telefone fixo da sua casa para um telefone celular, será cobrada sempre uma taxa a mais do que uma ligação normal, ou seja, de celular para celular. Mas se acrescentar um número a mais, durante a discagem, lhe será cobrada apenas a tarifa local normal..
Resumindo: Ao ligar para um celular sempre repita o ultimo dígito do número.
Exemplos:9XXX - 2522 + 29X7X - 1345 + 5
Atenção: o número a ser acrescido deverá ser sempre o último número do telefone celular chamado !
*Lista Telefônica Informações
Para informações da lista telefônica, use o nº 102030 que é gratuito, enquanto que o 102 e 144 são pagos e caros.
Divulgue!
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Acelerador de Partículas
Experimento que investiga origem do universo é acionado na Suíça
Máquina de US$ 8 bilhões tenta reproduzir Big Bang sob Alpes suíços.
Três décadas após sua concepção, o mais poderoso experimento do mundo da Física foi acionado nesta quarta-feira sob os Alpes suíços.
Um gigantesco acelerador de partículas, batizado de LHC (sigla em inglês de Large Hadron Collider - Grande Colisor de Hádrons), o maior e mais complexo instrumento científico já construído, poderá responder algumas questões fundamentais sobre o início do Universo.
No experimento desta quarta-feira, os engenheiros circularam partículas de prótons dentro de um túnel de 27 quilômetros de circunferência que abriga o LHC.
Após o eventual sucesso dessa primeira parte, o próximo passo será projetar outras partículas na direção oposta para que possam colidir, recriando as condições que existiam no universo imediatamente após o Big Bang.
O aparelho, cujo custo é estimado em US$8 bilhões, foi projetado para atirar partículas de prótons umas contra as outras quase à velocidade da luz. A liberação maciça de energia causada pelo choque das partículas simularia as condições após a explosão que deu origem ao universo.
Em agosto, os engenheiros já haviam injetado raios de prótons de baixa intensidade no LHC, mas estes não completaram o percurso completo do túnel.
Massa
Os cientistas esperam conseguir identificar o surgimento de partículas tal como aconteceu no início do universo, algumas das quais nunca foram observadas antes.
"Vamos conseguir analisar a matéria mais profundamente do que jamais conseguimos", disse Tara Shears, da Universidade de Liverpool, na Inglaterra.
"Poderemos observar do que o universo se constituía bilionésimos de segundo depois do Big Bang", afirmou.
'O que é massa?'
O LHC poderá responder a uma simples questão: O que é massa?
"Sabemos que a resposta será encontrada no LHC", disse Jim Virdee, físico do Imperial College de Londres.
O modelo mais aceito sobre a formação da massa envolve uma partícula chamada bóson de Higgs, também conhecida como "partícula Deus". Segundo a teoria, as partículas formam sua massa através de interações com o campo que acompanha a partícula Higgs.
Leia mais:
Projeto
O acelerador foi construído pela Organização Européia para Pesquisa Nuclear (Cern, na sigla em francês) em um laboratório subterrâneo na fronteira franco-suíça.
Desde a concepção até o acionamento do LHC nesta quarta-feira, foram 30 anos de pesquisas e vários obstáculos. O orçamento estourou várias vezes e o custo final ficou quatro vezes maior do que o previsto, por problemas de equipamento e construção do aparelho. O acionamento foi atrasado em dois anos.
Durante o inverno europeu, o LHC será fechado para que os engenheiros preparem o equipamento para reproduzir as colisões com energia total - e não de baixa intensidade, como nesta quarta.
"O que é tão empolgante é que não tivemos o lançamento de um equipamento tão grande durante anos", disse Shears.
"Nossos experimentos são tão grandes, complexos e caros que não ocorrem com tanta freqüência. Mas quando acontecem, tiramos deles toda a física possível ", afirmou.
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Somos aquilo que pensamos
sábado, 9 de agosto de 2008
A Igreja do Sr. Jesus Única Esperança Para o Mundo
quinta-feira, 3 de julho de 2008
O Homem das Ostras
O HOMEM DAS OSTRAS
Leitura:
2 Coríntios 4:1-7
Para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós. (2 Coríntios 4:7)
Nos dias de John Wesley, por vezes pastores com poucos estudos conduziam os cultos da igreja. Um deles usou Lucas 19:21 como base de pregação: 'Tive medo de ti, que és homem austero' Não compreendendo a palavra austero, ele pensou que o texto falava de 'alguém que apanhava ostras.'
Assim explicou como um mergulhador tem de procurar na água escura e fria para apanhar ostras. Nessa busca, ele acaba por cortar as mãos nas extremidades afiadas das conchas. Quando encontra uma ostra, ele sobe à superfície, apertando-a 'nas suas mãos magoadas e sangrentas.' O pastor acrescentou: 'Cristo desceu da glória do céu até à sociedade humana pecadora para apanhar os humanos e os trazer de volta com Ele à glória do céu. As Suas mãos feridas e sangrentas são um sinal do valor que Ele colocou no objeto da Sua busca.'
Seguidamente, 12 homens receberam Cristo. Mais tarde, nessa noite, alguém veio a Wesley queixar-se de pastores sem escolaridade que eram tão ignorantes que nem sabiam o significado dos textos sobre que pregavam. Wesley, instruído em Oxford, disse simplesmente: 'Não importa. O Senhor Jesus apanhou uma dúzia de ostras hoje à noite.'
O nosso melhor pode nem sempre equivaler-se aos padrões dos outros. Deus usa as nossas insuficiências e esforços humildes e usa-os para a Sua glória. - Cindy Hess Kasper
FAÇA O QUE PUDER, ONDE ESTIVER, COM AQUILO QUE TIVER.
Alessandra Furlan